Onde começamos caralha?
O primeiro passo é decidir a intenção poética e política do gesto — isto é, o porquê de usar esta tecnologia dentro do universo das várias. Antes de escolher plataformas ou ferramentas, importa definir se o objetivo é, por exemplo:
criar registos rituais (testemunhos digitais das ações e presenças das várias),
construir um arquivo descentralizado e incorruptível da constelação,
ou gerar formas simbólicas de troca e pertença (como talismãs digitais, selos, feitiços, identidades).
Temos de aprender a fazer block chona
Boa pergunta 🌱
O termo que procuras pode variar consoante o contexto, mas aqui vão as principais opções:
1. NFTs (Non-Fungible Tokens) — é o termo original e ainda o mais usado para designar ativos digitais únicos, normalmente usados para certificar a autenticidade e propriedade de obras de arte digitais.
2. Ordinals / Inscriptions — no ecossistema Bitcoin, surgiram os “Ordinals”, que são uma forma diferente de registar arte digital diretamente na blockchain do Bitcoin (sem necessidade de smart contracts como no Ethereum).
3. Digital Collectibles — é uma designação mais “neutra” e atual, usada por plataformas como Instagram ou Reddit, para se afastar da carga especulativa do termo NFT.
4. Soulbound Tokens (SBTs) — são uma variação mais recente: não podem ser vendidos ou transferidos, servem para representar identidade, mérito ou autoria de forma única. Poderiam ser usados para arte “vinculada” à criadora.
Se quiseres, posso ajudar-te a escolher qual destas tecnologias faz mais sentido para o tipo de obra ou gesto artístico do teu projeto (por exemplo, algo mais poético, ritual, performativo, comunitário…).
Queres que te ajude a pensar nisso?
2 responses to “We are creating CONA COIN”
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ja viram isto?
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Wtf?
BE SUBVERSION