Sou uma monja visionária espacial, daqui vejo o abismo inteiro, planetas cantando, mulheres livres . Umas eras curandeiras, outras dançarinas, outras especialistas no prazer universal, sem preconceitos, sem vergonhas, tudo sagrado.
Deus para nós é uma luz que pulsa como um coração de uma estrela – “nada está morto, tudo se ama”.
Essa monja mais tarde fundou uma colónia na lua – mulheres pagavam com oxigénio para lá ir aprender a curar e a gozar sem culpa. Nem homens, nem igrejas, só ritmo cósmico.

Um planeta cheio de vadias ouras tipo… quer amor divino?
Três cristais de energia, por favor. E nós aqui na terra, tipo turistas: vem cá, deixa-te curar. Mas leva o cartão, não aceito dinheiro da tua dimensão. E as vadias curandeiras cósmicas, todas tatuadas com constelações, rindo-se de quem acha que seco é pecado. Aqui, amor é ciência.
na quinta dimensão existem vadias – prostitutas cósmicas, flutuando entre estrelas,sem leis humanas. A Juliana de Norwich. Nuna nave teve uma visão com deus entre nebulosas, disse ” o amor é infinito como esta galáxia”. Mulheres livres, sem medo, só amor puro, vivendo num planeta só delas, tipo utopia. Inter estelarr, tipo “homens”? São de outra constelação. KKKKKKKK
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