WHO DOES SHE THINK SHE IS, flaunting her confidence and assertiveness as if she owns the room? It’s as if she’s completely unaware of the way others perceive her, striding around with an air of entitlement that, frankly, many find bewildering. Has she truly forgotten the values of humility and respect that most people abide by? Or perhaps she feels that being unapologetically herself grants her a certain power, one that she wields without concern for the opinions of others. It’s puzzling how someone can so boldly assert their presence in a world that often rewards conformity over individuality.


we CREATE chão por meio de um processo inovador e colaborativo, onde cada elemento é cuidadosamente considerado para garantir que o resultado final não apenas atenda, mas também supere as expectativas de todos as envolvidos. imagina um mundo em que vivemos a economia das mulheres que vendem a sua força de trabalho e que o possuem seu corpo e o seu trabalho. Refletimos a nossa paixão pela sustentabilidade e pela criação de espaços que promovam a harmonia entre as pessoas e o ambiente, permitindo que cada passo dado sobre o chão que criamos leve a uma experiência única e memorável. e no meio disto tudo ainda nos vendem a merda do capitalismo verde. Essa abordagem não se limita a um mero ato de construção; ela envolve um profundo entendimento das necessidades e desejos das comunidades que servimos, criando, assim, um diálogo entre o projeto e seus usuários. porque queremos usuários do prazer? o prazer é nosso e não o monetizamos. Dessa forma, nossos chãos não são apenas superfícies sólidas, mas sim plataformas que inspiram interação, diálogo e crescimento, cultivando um sentido de pertencimento e responsabilidade coletiva. criamos chão porque todas nossa sofremos a vossa opressão. porque somos as amigas, filhas e netas das bruxas que queimaram e que ainda procuram queimar. somos as loucas, renegadas, manchadas, deslavadas, sujas, peludas, enrugadas, grisalhas, porcas, drogadas, as gordas, encalhadas, brutas, obstinadas, tempestivas, desleixadas, negras, descartadas, insuportáveis, indigentes,desdentadas, mal amadas, velhas, magras, feias e tortas.

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